Wednesday, March 11, 2015

Tem dia...



Existem dias que a melhor forma de classificar o que está acontecendo é um palavrão, hoje é merda! Não que tenha ocorrido algo negativo, sequer tenho preocupações pessoais no momento, acontece que estou cansada de um monte de bobagens que andam por aí.

Primeiro os casos de corrupção em terras tropicais. Sinceramente, não importa quem, quando, onde, nem por quê, o que importa é que ocorreu e ocorre - não se deve esconder atrás de justificativas ou apontar o outro - a realidade é essa e ponto. O que dever ser discutido é como minimizar ao máximo novas ocorrências como essa. Claro, é aí que está que começa a merda desse dia, ninguém confia em nunhum dos poderes que governam o país. Assim...

Durante minha corrida matinal, outro tropeço na merda - não, não era de cachorro - é a sujeira que as pessoas fazem na rua. Tem gente, o número é impressionante,  que acredita ser as calçadas, ruas, linha de trem e qualquer outro lugar público sua lata de lixo pessoal. E lá vai papel, lata, garrafa plástica e outros absurdos que nem vale a pena citar poluíndo, não apenas as ruas, parques, mas os rios e por fim o oceano.  Reclamam da mudança climática, da sujeira do rio, do comprometimento das praias, mas continuam jogando seu 'lixinho' básico diário no chão. Não é uma merda a ignorância? E esá presente até mesmo no primeiro mundo!

Tem também a falta de respeito, falam tanto do relacionamento assassino entre automoveis e bicicletas, ninguém observa que o mesmo relacionamento ocorre entre ciclitas e pedestres. Recentemente uma notícia - aqui no Reino Unido -  sobre um policial querendo 'confiscar' a bicicleta de uma criança de seis anos por estar ela andando na calçada, me fez pensar: "esse policial deveria estar aqui! em Chiswick" Afinal, atrozes e velozes ciclistas usam a calçada como pista, não respeitam nenhum sinal de pedestre e xingam, ah! como xingam.

Entre política, lixo e ciclismo, as merdas vão somando. Na verdade o agente é sempre o mesmo, algum ignorante que não vê o mundo como algo pertencente a todos, Onde o espaço público parace ter sido comprado por uns poucos e, como dizer isso de forma elegante? A merda vem de cima e de baixo, não somos muito melhores que nossos governantes, não acham?

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